...
Uma falsa liberdade me permite agora esculhambar um castelinho de areia que construí. Não iria me abrigar mesmo. Me permito então voltar ao que já era e sempre foi, como se eu não pudesse ou precisasse mais assumir o papel de agente construtor/transformador e não sentisse mais culpa nenhuma.
Ilusão, pura ilusão.


1 Comments:
Caro Ivan,
que bom conhecer a poesia que lateja em suas veias. Que assim seja, que assim continue (falta publicar, não acha?)
Abraços
Nilton Bobato
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